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O Ego e o Branding Emocional

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O Ego e o Branding Emocional

O Ego e o Branding Emocional

Seu ego já consumiu algo hoje?

Nos dias atuais, a busca por produtos ultrapassa os limites da sua própria utilidade e função. Vivemos em um mundo onde inconscientemente procuramos assimilar marcas ao que elas nos proporcionam, não só materialmente, mas também emocionalmente.

Sabendo disso, as empresas utilizam uma ferramenta muito relevante na criação da imagem das suas marcas: o Emotional Branding, ou brasileiramente falando, Branding Emocional. Ele busca a empatia do consumidor, uma relação de troca, assimilação e vínculo afetivo.

Com o avanço da tecnologia, somos constantemente atingidos pela publicidade – principalmente dentro computador ou smartphone. Através dos gadgets, estamos cada vez mais individualizados aos olhos das marcas. A cada pesquisa, a cada postagem, curtida ou compartilhamento, deixamos um pouco de nossa personalidade exposta. Invasivamente, os usuários são pouco a pouco direcionados à produtos que condizem com o estilo de vida e experiências que têm ou desejam ter. Consumimos produtos específicos para nos inserirmos em um contexto social e cultural maior do que a embalagem permite. Nosso ego agradece!

Na contramão da banalidade, também podemos nos beneficiar do branding emocional para consumir marcas com valores éticos compatíveis ao que acreditamos. Facilmente encontramos empresas que utilizam muito bem esse recurso e continuam se reinventando de acordo com o passar do tempo.

Um grande exemplo é a Lush, marca britânica de cosméticos naturais. A experiência de consumo começa com o olfato. Não é preciso estar de olhos abertos para saber que está a poucos metros de uma das lojas. O aroma inconfundível faz parte do DNA da marca. Com cadeia produtiva consciente e produtos feitos à mão, o consumidor pode verificar quem fabricou o cosmético através de um selo com nome e caricatura do produtor. Além dos ingredientes naturais, nenhum item é testado em animais. Criando novos padrões de consumo, a Lush está gradativamente retirando as embalagens de seus produtos. As embalagens ainda vigentes são retornáveis e podem ser trocadas por cosméticos naturais sem custo adicional.

Consumindo produtos que se confundem com causas que acreditamos, produzimos certa autogratificação – sensação que, se sentida após a compra, está estritamente ligada ao emotional branding. Essa ferramenta pode ser vista explicitamente em campanhas, ou sutilmente dentro da missão e posicionamento das marcas. Ele é um recurso infinito que deve ser trabalhado com consciência, de maneira positiva e com a finalidade de fidelizar os clientes, promovendo boas experiências de compra.

Porém, a reflexão é sempre válida: estou consumindo de forma responsável ou apenas agradando meu ego?

 

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